Pezão fez a previsão de pagamento em evento no Palácio Guanabara - Robson Oliveira
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O pagamento do que ainda resta do décimo terceiro salário de 2017 dos servidores do estado ficará para abril. O próprio governador Luiz Fernando Pezão deu essa previsão, ontem, durante evento no Palácio Guanabara. A data certa, porém, não foi informada. Mas fontes do governo chegaram a dizer à Coluna que isso deverá ocorrer em meados do próximo mês.

Estão à espera do depósito 167.111 servidores ativos, aposentados e pensionistas. O valor total líquido necessário para quitar a dívida é de R$ 1,1 bilhão, sendo que a maior parte do débito é com a área de Segurança (Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Administração Penitenciária e Polícia Civil).

“Cerca de R$ 900 milhões são referentes à folha que nós vamos pagar agora dentro do mês de abril”, declarou Pezão, ao informar os débitos com os servidores da Segurança Pública.

Para quitar o abono, o governo fluminense contará com recursos da securitização de royalties. O valor previsto com a operação é de cerca de R$ 1,5 bilhão valor suficiente para quitar o décimo terceiro. A transação ocorrerá no mercado externo e as negociações estão bem avançadas, segundo o que o governador vem afirmando.

Convocações na Segurança

Em reunião, ontem, com a comissão de aprovados em concursos na área de Segurança, o presidente em exercício da Alerj, André Ceciliano (PT), sinalizou que, após o estado pagar o abono natalino, começará a convocar alguns concursados.

O encontro contou com a presença de outros deputados, e Ceciliano afirmou que o prazo dado pelo governador para fazer o pagamento seria o dia 10 de abril.

Em relação às nomeações, Pezão evita dizer quais áreas vão ganhar reforço de pessoal, mesmo dizendo que vai chamar os aprovados. O que se sabe é que há mais de cinco mil pessoas na fila de espera para ingressar em diversas carreiras, como papiloscopistas e oficiais de cartório da Polícia Civil, soldados da Polícia Militar, agentes penitenciários e bombeiros militares.

Segundo fontes da Coluna, o governo montou um grupo de trabalho para definir como serão feitas essas convocações. O planejamento vem sendo feito junto com o Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro.

 

Fonte: O Dia